Com Giovanna Antonelli, Reynaldo Gianecchini,
Fox Film do Brasil, 2000
92 min
www.avassaladoras.com.br
O filme é muito bacana. O som é perfeito, mas peca na música. Paulo Ricardo cantando o filme todo é um saco. A história é que é legal. É a história da Laura, uma designer gráfica que há um ano terminou um relacionamento de 7 anos. O filme conta o cotidiano dela e de seus amigos de trabalho nessa guerra dos sexos diária por um amor ideal. Ela resolve procurar uma agência de encontros e os eventos começam a acontecer. Sempre com um certo espírito filosófico os filme argumenta sobre o acaso, a sorte, o “deixar-se levar” e me reforçou a idéia de que certas coisas na vida não dependem diretamente de nós, mas dependem. É um filme divertido com vários momentos hilários. Gostaria de tê-lo assistido na época do lançamento. Ah, Giovanna está belíssima! Que gata!
quinta-feira, 21 de novembro de 2002
domingo, 15 de setembro de 2002
sábado, 17 de agosto de 2002
Josie e as Gatinhas
Josie and the pussycats
Com Rachael Leigh Cook (Mel), Tara Reid (Jos) e Rosario Dawson (Val)
99 min
Universal Pictures, 2001
Direção
Deborah Kaplan e Harry Elfont
Fotografia
Matthew Libatique
Musica
John Frizzell
Jos, Mel e Val, o trio de gatas do rock'n roll, falando sobre os perigos e as manipulações das mensagens subliminares. Mel ´(baterista) continua doce, Val (baixista) continua sentindo um certo preconceito, Jos (vocalista) está adorável. Um filme pra aborrecente ver. Gostoso de assistir. A trilha sonora é legal, mas não faz meu estilo. É um quase-metal-eletrônico-instigante-pop. Eu j
Com Rachael Leigh Cook (Mel), Tara Reid (Jos) e Rosario Dawson (Val)
99 min
Universal Pictures, 2001
Direção
Deborah Kaplan e Harry Elfont
Fotografia
Matthew Libatique
Musica
John Frizzell
Jos, Mel e Val, o trio de gatas do rock'n roll, falando sobre os perigos e as manipulações das mensagens subliminares. Mel ´(baterista) continua doce, Val (baixista) continua sentindo um certo preconceito, Jos (vocalista) está adorável. Um filme pra aborrecente ver. Gostoso de assistir. A trilha sonora é legal, mas não faz meu estilo. É um quase-metal-eletrônico-instigante-pop. Eu j
sexta-feira, 26 de julho de 2002
O Diário de Bridget Jones (Bridget Jones’s Diary)
Com Renée Zellweger, Hugh Grant e Colin Firth. 97 min. Universal Picutres, 2001. Direção: Sharon Maguire. Fotografia: Stuart Dryburgh. Música: Nick Angel. Um filme encantador. Repleto de bom humor, conta a dificuldade de uma jovem mulher em conseguir seu par romântico. Além das idealizações e das pressões sociais contra a mulher solteira. Releva os medos que a sociedade alimenta quanto à possibilidade da mulher ficar pra titia. Uma obra-prima da comédia inteligente (me lembrou os “Normais”) com suas comédias de situações. O filme tem passagens realmente engraçadíssimas (como a parte em que ela vai ao Corpo de Bombeiros). O filme se passa em Londres, e mostra de forma um pouco caricatural os valores sociais ingleses. Curti muito o filme. A direção é perfeita, a fotografia é fabulosa, e a música... bem ,essa não poderia ser mais adequada. É um filme para ver com amigos, com a família e com seu amor. E mais uma vez de afirma a teoria de Edgar Morin quanto a feminilização da sociedade.
Saiba mais:
Adoro Cinema
Site Oficial
Madame Butterfly
95 min. Com Geremy Irons.
Direção: David Cronenberg
Fotografia: Peter Suschitzky
Música: Howard Shore
The Geffen Film Company, 1993
In memory of David Bombyck
Que filme doido. Impressionante. Um filme fora dos padrões da cinematografia moderna. É o que se chama de cinema de arte. Com uma fotografia belíssima, uma direção impecável e uma música sonolenta, o filme envolve e assusta. Em meio a velha China um diplomata francês se envolve com uma atriz do teatro chinês. Sem perceber ele se apaixona por um espião que o usa para conseguir informações dos americanos para o governo chinês. Baseado em fatos reais, conta uma história inimaginável em termos de ficção. A história se passa a partir de 1964 e fala do amor profundo e verdadeiro de um homem por uma mulher. Observável são os aspectos xenófobos da cultura chinesa e do preconceito sexual da cultura ocidental. Definitivamente um filme sem o doce “happy end”. Quem diria, hein, senhora borboleta?
DVD PT
Choveu
quinta-feira, 25 de julho de 2002
Rede de Intrigas
.com for murder
Com Nastassja Kinski e Nicollette Sheridan
99 min
Omega Pictures Inc., 2002
Direção
Nico Mastorakis
Fotografia
Andréas Bellis
Música
Ross Levinson
É um filme no máximo curioso. Não fossem os recursos tecnológicos, as casas computadorizadas e demais apetrechos hi-tech, o filme seria uma bosta. Conta a história de um hacker assassino, maníaco, com fobia de sexo que marca encontros através de salas de bate-papo (Chat) e mata essas pessoas. O tema e o conteúdo do filme tem seu valor didático. É daqueles filmes moldados pela ideologia do medo, do receio e não do entretenimento. E o pior, é um filme tão previsível que nem medo dá, nem mesmo um susto. A direção é sacal, a fotografia é razoável, mas devido a localização da casa em relação à cidade, com horizontes fantásticos e pouco explorados e tons. O design mostrado no filme é o que salva. Móveis, instrumentos, imóveis, carros, tudo do mais alto requinte e bom gosto. Pra quem gosta de amenidades é um bom filme. A música é bacaninha. As referências a Goethe são curiosas, mas nada profundas.
Com Nastassja Kinski e Nicollette Sheridan
99 min
Omega Pictures Inc., 2002
Direção
Nico Mastorakis
Fotografia
Andréas Bellis
Música
Ross Levinson
É um filme no máximo curioso. Não fossem os recursos tecnológicos, as casas computadorizadas e demais apetrechos hi-tech, o filme seria uma bosta. Conta a história de um hacker assassino, maníaco, com fobia de sexo que marca encontros através de salas de bate-papo (Chat) e mata essas pessoas. O tema e o conteúdo do filme tem seu valor didático. É daqueles filmes moldados pela ideologia do medo, do receio e não do entretenimento. E o pior, é um filme tão previsível que nem medo dá, nem mesmo um susto. A direção é sacal, a fotografia é razoável, mas devido a localização da casa em relação à cidade, com horizontes fantásticos e pouco explorados e tons. O design mostrado no filme é o que salva. Móveis, instrumentos, imóveis, carros, tudo do mais alto requinte e bom gosto. Pra quem gosta de amenidades é um bom filme. A música é bacaninha. As referências a Goethe são curiosas, mas nada profundas.
segunda-feira, 1 de julho de 2002
Guerra nas Estrelas II - O Ataque dos Clones
Mas é muitíssimo superior ao Episódio I. Gostei de mais. Assisti à sessão de estréia no Cinema do Shopping Benfica. Fui com Andrea, Enzo e Iago. Foi show. Vale a pena assistir dezenas de vezes. É como todos os bons episódios. comparável ao Retorno de Jedi. Fiquei pensando, se o roteiro do episódio 2 foi escrito antes de 1977, como podem ter elaborado tão perfeitamente a cientificidade dos clones? É intrigante, fabuloso, fantástica. E a rainha Amidála é maravilhosa, estupenda, estou apaixonado.
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