quarta-feira, 13 de junho de 2007

O Pornógrafo

O filme mais brochante que vi este ano. Com uma direção lenta e uma música melancólica, o filme conta a história de um cineasta pornô em fim de carreira (parece que brocha tb) que tenta fazer arte com putaria mas se perde nas inspirações e motivações, nem fazendo putaria nem arte, passando a viver uma crise de meia idade. Muito pouco instigante, aliás, frustante!
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Gordurama
Odara Internet

terça-feira, 5 de junho de 2007

Click

Uma boa comédia sobre o 'controle'. O controle da sua própria vida, da tomada de decisões, da criação de objetivos e realização de desejos. Um jovem 'work-a-hollic'(como se escreve isso?) tem de presente de um desconhecido sr. Morte, um controle-remoto que pode avançar, pausar ou retroceder vários aspectos de sua vida. Com isso ele vai gozar e sofrer as consequências de suas atitudes. É um filme bem inteligente, criativo, divertido e sensível. Tem uma boa trilha-sonora, uma fotografia bacana e uma direção boazinha.
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Monty Python - O sentido da vida

É uma comédia inteligente, segmentada em vários capítulos desde o nascimento até a morte. Através de um humor sarcástico e ácido eles criticam as posturas religiosas (especialmente a católica), políticas e mesmo filosóficas. Mal dirigido pra cachorro, mal fotografado que é uma maravilha, mal sonorizado que Deus-me-livre, mas vale apena pelo conteúdo. É um filme inglês tosco de 1983, mas atualíssimo!
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sábado, 2 de junho de 2007

Uma noite no museu

Comédia interessante para quem quer descobrir um pouco mais sobre sobre a história americana. O filme filme se passa num museu de história natural onde todas as criaturas criam vida a noite. Isso devido a uma placa de um imperador egípcio. A trama envolve um pai separado que tenta ser motivo de orgulho para seu filho, antigos vigilantes que tentam roubar a placa e dezenas de personagens históricos e pré-históricos. É um filme relativamente bem dirigido, tem uma trilha sonora um tanto brega e uma fotografia mediana. É um clássico filme mais ou menos.
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quarta-feira, 16 de maio de 2007

Homem-Aranha 3




O que achei mais engraçado foi justamente sobre o que eu ouvi mais críticas: aquela comparação do Peter com os 'EMO's. Foi um dos momentos mais hilários do filme. A direção, a fotografia e a trilha sonora estão impecáveis como esperado, o problema do filme é a duração. Duas horas e meia de Homem-Aranha seria até legal se não hovessem tantos momentos 'pseudo-cults'. As sequencias são impagáveis. Se der o desconto merecido dá pra dar uma nota alta pro filme. Que é tão bom quanto o 2º e melhor que o 1º.
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Fórum de discussão ainda em 2006 (curioso!)
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CinePop
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terça-feira, 10 de abril de 2007

300

Grande filme! É um espetáculo! Coisa de cinemão mesmo! Quem gostou de Tróia vai gozar com este épico. Só não deu pra convencer muito o gigantismo de Xerxes. Mas a história é ótima, a direção é muito boa, a trilha sonora é instigante, a fotografia é que achei fraca, mas tenho quase certeza que esta impressão quanto a fotografia é culpa da exibição. Ficou muito parecido com filme colorico por Technicolor. Mas realmente impressiona. A história é meia maluca e um tanto quanto facista, mas é legal. Os Espartanos são orgulhosos por serem um povo guerreiro, que buscam a perfeição e cultura do corpo. Sabendo que Xerxes vinha submetendo todo o mundo conhecido e impedido pelos deuses de convocar todos os espartanos para a guerra contra Xerxes, o rei Leônidas convoca 300 de seus homens. E após derrotarem várias hordas hostis e recusarem um pacto com Xerxes eles perecem. É quando toda Esparta resolve entrar em guerra contra Xerxes e o filme acaba. Sensacionalmente. Ah! Nunca vi tanto abdômem dividido como neste filme. O mulheril vai pirar! Eu fiquei encabulado e cheguei a prometer a mim mesmo que iria voltar as abdominais.
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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Adeus, Lênin



É um filme muitíssimo interessante, principalmente pra quem conhece bem a vida alemã. A fotografia não é das melhores, mas tudo a compensa. A direção, o roteiro e a trilha sonora são muito legais. Os argumentos são inteligentes e engraçados, porém o filme tem uma moral dúbia. O mais curioso é ver toda aquela transformação causada pelo processo de re-unificação da Alemanha. A história em si até perde um pouco seu valor dramático diante de tamanha transformação social e econômica. É um filme pra ser visto e revisto, sozinho e coletivamente. Desperta curiosidade e incita muitas perguntas. Têm cenas antológicas como as das publicidades da Coca-cola, da remoção das estátuas de Lênin, do fervor consumista, etc, etc. Os personagens são bem caracterizados e estigmatizados, o que expõe uma complexidade simples das relações humanas nas duas Alemanhas. O filme se passa inteiramente em Berlim (próximo ao muro) e é contado por um rapaz cuja mãe fora supostamente abandonada pela marido (que fugiu para o lado Ocidental) deixando-a com dois filhos pequenos. Depois de um enfarto, a mãe (professora comunista renomada) passa vários meses em coma, o que a faz perder todo o processo de desmantelamento do sistema comunista. Ela desperta do coma próximo da festa de oficialização da re-unificação. Seu filho (que agora trabalha instalando antenas parabólicas) decide - para evitar maiores emoções e consequente risco de infarto - não deixá-la perceber o que está acontecendo, e forja um clima nostálgico envolvendo a irmã, o cunhado e os amigos. Ele chega a criar um telejornal com um amigo para manter sua mãe (mal-)informada. Muitas situações cômicas e emocionantes fazem deste, um filme completo: entretenimento e reflexão.
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