Josie and the pussycats
Com Rachael Leigh Cook (Mel), Tara Reid (Jos) e Rosario Dawson (Val)
99 min
Universal Pictures, 2001
Direção
Deborah Kaplan e Harry Elfont
Fotografia
Matthew Libatique
Musica
John Frizzell
Jos, Mel e Val, o trio de gatas do rock'n roll, falando sobre os perigos e as manipulações das mensagens subliminares. Mel ´(baterista) continua doce, Val (baixista) continua sentindo um certo preconceito, Jos (vocalista) está adorável. Um filme pra aborrecente ver. Gostoso de assistir. A trilha sonora é legal, mas não faz meu estilo. É um quase-metal-eletrônico-instigante-pop. Eu j
sábado, 17 de agosto de 2002
sexta-feira, 26 de julho de 2002
O Diário de Bridget Jones (Bridget Jones’s Diary)
Com Renée Zellweger, Hugh Grant e Colin Firth. 97 min. Universal Picutres, 2001. Direção: Sharon Maguire. Fotografia: Stuart Dryburgh. Música: Nick Angel. Um filme encantador. Repleto de bom humor, conta a dificuldade de uma jovem mulher em conseguir seu par romântico. Além das idealizações e das pressões sociais contra a mulher solteira. Releva os medos que a sociedade alimenta quanto à possibilidade da mulher ficar pra titia. Uma obra-prima da comédia inteligente (me lembrou os “Normais”) com suas comédias de situações. O filme tem passagens realmente engraçadíssimas (como a parte em que ela vai ao Corpo de Bombeiros). O filme se passa em Londres, e mostra de forma um pouco caricatural os valores sociais ingleses. Curti muito o filme. A direção é perfeita, a fotografia é fabulosa, e a música... bem ,essa não poderia ser mais adequada. É um filme para ver com amigos, com a família e com seu amor. E mais uma vez de afirma a teoria de Edgar Morin quanto a feminilização da sociedade.
Saiba mais:
Adoro Cinema
Site Oficial
Madame Butterfly
95 min. Com Geremy Irons.
Direção: David Cronenberg
Fotografia: Peter Suschitzky
Música: Howard Shore
The Geffen Film Company, 1993
In memory of David Bombyck
Que filme doido. Impressionante. Um filme fora dos padrões da cinematografia moderna. É o que se chama de cinema de arte. Com uma fotografia belíssima, uma direção impecável e uma música sonolenta, o filme envolve e assusta. Em meio a velha China um diplomata francês se envolve com uma atriz do teatro chinês. Sem perceber ele se apaixona por um espião que o usa para conseguir informações dos americanos para o governo chinês. Baseado em fatos reais, conta uma história inimaginável em termos de ficção. A história se passa a partir de 1964 e fala do amor profundo e verdadeiro de um homem por uma mulher. Observável são os aspectos xenófobos da cultura chinesa e do preconceito sexual da cultura ocidental. Definitivamente um filme sem o doce “happy end”. Quem diria, hein, senhora borboleta?
DVD PT
Choveu
quinta-feira, 25 de julho de 2002
Rede de Intrigas
.com for murder
Com Nastassja Kinski e Nicollette Sheridan
99 min
Omega Pictures Inc., 2002
Direção
Nico Mastorakis
Fotografia
Andréas Bellis
Música
Ross Levinson
É um filme no máximo curioso. Não fossem os recursos tecnológicos, as casas computadorizadas e demais apetrechos hi-tech, o filme seria uma bosta. Conta a história de um hacker assassino, maníaco, com fobia de sexo que marca encontros através de salas de bate-papo (Chat) e mata essas pessoas. O tema e o conteúdo do filme tem seu valor didático. É daqueles filmes moldados pela ideologia do medo, do receio e não do entretenimento. E o pior, é um filme tão previsível que nem medo dá, nem mesmo um susto. A direção é sacal, a fotografia é razoável, mas devido a localização da casa em relação à cidade, com horizontes fantásticos e pouco explorados e tons. O design mostrado no filme é o que salva. Móveis, instrumentos, imóveis, carros, tudo do mais alto requinte e bom gosto. Pra quem gosta de amenidades é um bom filme. A música é bacaninha. As referências a Goethe são curiosas, mas nada profundas.
Com Nastassja Kinski e Nicollette Sheridan
99 min
Omega Pictures Inc., 2002
Direção
Nico Mastorakis
Fotografia
Andréas Bellis
Música
Ross Levinson
É um filme no máximo curioso. Não fossem os recursos tecnológicos, as casas computadorizadas e demais apetrechos hi-tech, o filme seria uma bosta. Conta a história de um hacker assassino, maníaco, com fobia de sexo que marca encontros através de salas de bate-papo (Chat) e mata essas pessoas. O tema e o conteúdo do filme tem seu valor didático. É daqueles filmes moldados pela ideologia do medo, do receio e não do entretenimento. E o pior, é um filme tão previsível que nem medo dá, nem mesmo um susto. A direção é sacal, a fotografia é razoável, mas devido a localização da casa em relação à cidade, com horizontes fantásticos e pouco explorados e tons. O design mostrado no filme é o que salva. Móveis, instrumentos, imóveis, carros, tudo do mais alto requinte e bom gosto. Pra quem gosta de amenidades é um bom filme. A música é bacaninha. As referências a Goethe são curiosas, mas nada profundas.
segunda-feira, 1 de julho de 2002
Guerra nas Estrelas II - O Ataque dos Clones
Mas é muitíssimo superior ao Episódio I. Gostei de mais. Assisti à sessão de estréia no Cinema do Shopping Benfica. Fui com Andrea, Enzo e Iago. Foi show. Vale a pena assistir dezenas de vezes. É como todos os bons episódios. comparável ao Retorno de Jedi. Fiquei pensando, se o roteiro do episódio 2 foi escrito antes de 1977, como podem ter elaborado tão perfeitamente a cientificidade dos clones? É intrigante, fabuloso, fantástica. E a rainha Amidála é maravilhosa, estupenda, estou apaixonado.
segunda-feira, 17 de junho de 2002
Tá Todo Mundo Louco
Rat race
Com lanai chapman, rowan atkinson, John cleese, whoopi Goldberg, cuba gooding jr., seth green, wayne knight, jon lovitz, breckin meyer, Kathy najimy, amy smart, dave Thomas, vince vieluf,
Paramount pictures, 2001
Direção
Jerry zucker
Fotografia
Thomas ackerman, asc
Musica
Jonh powell
Mais uma comedia de corrida maluca. O filme é quase um remake de todos aqueles filmes de corrida do ouro ou em busca de tesouro promovida por um milionário excêntrico. O filme não tem quase nada de original, mas diverte. De original mesmo só os erros de continuidade que percorrem todo o filme. Direção fraquinha, fotografia básica, música mais ou menos. Qualquer criança adoraria. O premio é de dois milhões de dólares e quem chegar primeiro em Silvercity no México recebe a bolada. Me despertou um certo receio quanto os ideólogos do Nazismo, do Fascismo, do martírio, da desventura, da desgraça, da miséria, das do fim.
Com lanai chapman, rowan atkinson, John cleese, whoopi Goldberg, cuba gooding jr., seth green, wayne knight, jon lovitz, breckin meyer, Kathy najimy, amy smart, dave Thomas, vince vieluf,
Paramount pictures, 2001
Direção
Jerry zucker
Fotografia
Thomas ackerman, asc
Musica
Jonh powell
Mais uma comedia de corrida maluca. O filme é quase um remake de todos aqueles filmes de corrida do ouro ou em busca de tesouro promovida por um milionário excêntrico. O filme não tem quase nada de original, mas diverte. De original mesmo só os erros de continuidade que percorrem todo o filme. Direção fraquinha, fotografia básica, música mais ou menos. Qualquer criança adoraria. O premio é de dois milhões de dólares e quem chegar primeiro em Silvercity no México recebe a bolada. Me despertou um certo receio quanto os ideólogos do Nazismo, do Fascismo, do martírio, da desventura, da desgraça, da miséria, das do fim.
Magnólia
For fa and ea
1999, New Line Cinema
178 min.
Com tom cruise e Julianne moore
3 indicações para o Oscar
Direção e roteiro
Paul Thomas Anderson
Fotografia
Robert elswit
Música
Jon brion
CENAS DAS MAIS DANTESCAS DO CINEMA CONTEMPORÂNEO. Até que ponto algo é perdoável? O ser humano é capaz de coisas desumanas, mas também é capaz de arrepender-se! O filme conta histórias paralelas. Histórias de relações entre pais e entre pais e filhos principalmente. Uma conta a tragédia pessoal de um garoto abandonado com a mãe pelo pai, é a história de um desprezo, outra conta a história de cobranças do pai, outra do assédio sexual do pai, outra de frustração pela falta de amor demonstrada pelos pais, outras falam de arrependimentos, intolerâncias, impotências. Mas nada impressiona mais que a repentina chuva de sapos. Uma metáfora impagável diante de tantas complicações existenciais. A direção belíssima explora um jeito diferente de contar historia. Tanto que passei o filme inteiro procurando relações pessoais entre os personagens, o que só acontece muito sutilmente. Gostei, é um belo filme. A fotografia também está de parabéns e a música é encantadora. Só não achei a “magnólia”.
1999, New Line Cinema
178 min.
Com tom cruise e Julianne moore
3 indicações para o Oscar
Direção e roteiro
Paul Thomas Anderson
Fotografia
Robert elswit
Música
Jon brion
CENAS DAS MAIS DANTESCAS DO CINEMA CONTEMPORÂNEO. Até que ponto algo é perdoável? O ser humano é capaz de coisas desumanas, mas também é capaz de arrepender-se! O filme conta histórias paralelas. Histórias de relações entre pais e entre pais e filhos principalmente. Uma conta a tragédia pessoal de um garoto abandonado com a mãe pelo pai, é a história de um desprezo, outra conta a história de cobranças do pai, outra do assédio sexual do pai, outra de frustração pela falta de amor demonstrada pelos pais, outras falam de arrependimentos, intolerâncias, impotências. Mas nada impressiona mais que a repentina chuva de sapos. Uma metáfora impagável diante de tantas complicações existenciais. A direção belíssima explora um jeito diferente de contar historia. Tanto que passei o filme inteiro procurando relações pessoais entre os personagens, o que só acontece muito sutilmente. Gostei, é um belo filme. A fotografia também está de parabéns e a música é encantadora. Só não achei a “magnólia”.
Assinar:
Postagens (Atom)