sexta-feira, 12 de dezembro de 2003
Premonição
É um ótimo filme messmo. A elaboração das mortes, os acidentes, o roteiro, a direção, a fotografia, a trilha, é um filme espetácular. Diverte e assusta. Entretenimento puro. A trama é bem enganchada e prende a atenção do começo ao fim. Tudo no filme é meio previsível, mas sempre surpreeende. O filme começa quando está completando um ano do acidente do avião do primeiro filme. Uma jovem prevê um acidente (fantástico por sinal) numa estrada e consegue evitar a morte de várias pessoas. Um a um os sobreviventes começam a morrer em acidentes banais. Nota-se uma certa semelhança com os fatos ocorridos no ano anterior então ela vai buscar ajuda com a única sobrevivente do vôo 180. Eles concluem que pra evitar as mortes precisam salvar um bebê então começa uma busca pela desenfreada pela mulher grávida. É um filme bem legal, mas não convêm contar muito mais.
Veja o site: Death is coming
Dupla Explosiva (Ballistic: Ecks vs. Sever)
Filme ruim, mal dirigido, repleto de clichês batidos, trilha sonora chatíssima e roteiro deprimente. Pelo custo do filme merecia um texto melhor naqueles diálogos. A trilha sonora que já era ruim fica ainda pior com ajuda das explosões sem sentido. Ô filme chato! O roteiro é péssimo, as piadas não tem graça e os motivos são banais. A fotografia é que segura o filme, pois aquela sim, é bonita e elaborada. Nunca procuro erros de continuidade em filmes, mas neste, os erros são ridículos. É filme pra quem não assiste filme. É tanta explosão, tiro e perseguição que o filme passa rapidinho (graças aos deuses!). Conta (mal) a história de uma agente secreta (Sever - Lucy Liu) que perde um filho depois de uma missão. Ela se revolta e decide matar seu chefe, o responsável pela operação que matou seu filho. O filme se passa em Vancouver, Canadá, e começa com ela raptando o filho do ex-chefe. O besteirol começa aqui. Ela é colecionadora de armas e por isso tem tantas armas disponíveis a toda hora :-P Pra complicar o roteiro, fizeram o seguinte, o filho raptado do chefe da ex-agente é, na verdade, filho do Bandeiras (Jonathan Eckas, ex-agente que achava ter perdido a namorada, só que, na verdade, ela tava grávida dele e se casou com um outro agente, o tal chefe). Ecks (Bandeiras) é convocado secretamente para combater a raptora, que depois de um curto diálogo descobre que quem é sacana é o chefe dela. O chefão malvado, implantou no filho adotivo um dispositivo roubado que é uma arma secreta (por isso ele é tão malvado, ele queria reaver o dispositivo e não o menino :-P). Depois de muito tiro e muita explosão o chefe malvadão morre, o filho da ex-agente é vingada e a família é restituída.
Quem trabalhou muito neste filme foi o dublê do Antonio Bandeiras, o cara levou muita queda! Tem quem goste deste tipo de filme, mas pra mim é dinheiro jogado fora.
Veja o site: Ecks vs Sever
terça-feira, 2 de dezembro de 2003
Contra o Tempo
Ação do começo ao fim. Adrenalina à mil. O filme é daqueles que não dá pra piscar sem perder algo. Muitas lutas, muito pulo e velocidade. Orçado em 25 milhões de dólares, é um filme muito bom (apesar da falta de carisma de Jet Li), puro entretenimento. A minha cena mais legal é a que o Jet Li desce um prédio pelo lado de fora log no começo do filme. A história começa com um assalto hi-tech de uns diamantes negros. Roubados anteriormente de um governo oriental os atuais assaltantes se vêem envolvidos numa trama internacional de perseguições, lutas e negócios. Com algumas cenas hilárias, umas frases divertidas, lutas bacanas, o filme prende a atenção e instiga a assistir de novo. A fotografia é ótima, a direção é incrível, a trilha sonora é totalmente 'rap', portanto, a parte mais fraca do filme na minha opinião.
O Buraco
É um triller legal. Não tem aquelas sessões de susto que enfartam qualquer um, mas é um suspense intrigante. Tem uma produção fabulosa, com uma direção impecável, uma fotografia belíssima e uma trilha sonora super bem feita. Conta história de uma paixão levada ao extremo. Quatro jovens (dois casais) resolvem passar o final de semana juntos num antigo refúgio de guerra próximo à escola onde estudam. A idéia era pra aproximar o rapaz mais cobiçado da escola com uma garota na qual ele nem notava. O resultado é que só a garota apaixonada sobrevive. Este é um daqueles filmes que não podemos falar muito sobre a história para não estragá-lo, logo não é dos meus prediletos, mas é um bom filme do gênero e pra quem gosta é um pratão cheio. A forma da narrativa é bem diferente da convencional levando-nos a ficar na expectiva, elaborando possibilidades e tentando descobrir o que realmente aconteceu lá embaixo. Assistir com a galera é diversão garantida! Só é foda quando alguém consegue adivinhar a trama no começo do filme (e sempre tem alguém que consegue, não é?).
site The Hole
quinta-feira, 27 de novembro de 2003
Madame Satã
É um filme intimista e ousado, com muitas cenas picantes de relações homossexuais masculinas. O filme conta o momento da vida de um malandro gay carioca, que vive num famoso bairro boêmio carioca, em que ele se torna famoso por suas perfomances carnavalescas nos bares da cidade. Mostra a crua realidade dos moradores do subúrbio com seus valores humanos distorcidos, seus problemas com a polícia, com moradia, violência e preconceitos sociais. Tem uma fotografia sinistra, o que contribui para o clima 'underground' da história, mas nos angustia. A direção é fabulosa e a trilha sonora muito bela. Esse filme é envolvente e mexe com qualquer um. É um filme 'down', reflexivo e sério. Muito bom.
http://www2.uol.com.br/madamesata/
A Taça do Mundo é Nossa
A Taça do Mundo é Nossa

Apesar de eu ter um grande simpatia pelo pessoal do Casseta, o filme é péssimo. "Xuxa e os Duendes" é bem melhor. Vale só pela curiosidade e a contribuição à produção cinematográfica nacional. O mais engraçado são as piadas com a qualidade da marijuana do Ceará, mas só deu pra rir mesmo com o mini-debate do final do filme. O roteiro é sofrível, os merchandisings são péssimos, as piadas muito sem graça. O filme brinca com a história do roubo da Taça Jules Rimet por 3 personagens representativos daquela época histórica do Brasil (um comunista, um jovem-guardista e um rippie). A idéia do filme é ótima mas a realizaçao é decepcionante. Essas três figuras se conhecem numa confusão numa churrascaria e passam a ser procurados como terroristas. Eles formam então um partido revolucionário e roubam a Taça do Tri. Ajudados pela filha de um General (Maria Paula, que está mais linda e sexy do que nunca) eles vão bater na Amazônia (pois um índio pegou a Taça deles e levou-a pra sua tribo :-P). Na floresta encontram com Che (que confessa que toda essa história de revolução é, na verdade, pra promover a venda de suas camisetas :-P) e tropas americanas (Boinas verdes perseguindo vietnamitas :-P). O filme é sacal. Antes da metade já dá vontade de ir embora. Os efeitos especiais são legaiszinhos e o som é ótimo. A fotografia também é boa, mas a direção não. Enfim, é o pior filme nacional dos últimos tempos, pelo menos eu não me lembro de outro pior... Não fosse Maria Paula com sua hiper-sensualidade, sei não...
site do filme A Taça do Mundo é Nossa
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